Era a última noite da temporada do “Grant Circo Pietscov” em minha cidade, Paris, as pessoas aglomeravam-se nas calçadas ao redor das tendas a fim de entrarem para aquela que prometia ser a apresentação do século. Os mágicos, malabaristas, saltimbancos eram aguardados com ansiedade, mas o que realmente o público esperava era a apresentação do palhaço Pierrot Pietscov. Palhaço mor, apresentador e proprietário do circo, que passava de geração para geração em sua família desde seu bisavô.
O público impaciente aguardava o início do espetáculo, com a entrada triunfante e cheia de vida de seu apresentador palhaço, que apareceria a qualquer momento de qualquer lugar, do meio da platéia com uma roupa longa e barba postiça de trás de algum banner, envolta em uma cortina de fumaça. Nunca se sabia de onde apareceria o velho Pierrot, reza a lenda que uma vez em Saint Petersburgo ele surgiu de dentro de um baú que estava há horas fechado em um canto do picadeiro, como ele sobreviveu a isso ninguém sabe, mas esta noite algo parece estar errado. Enquanto o público inflama-se à espera do início do espetáculo nos bastidores algo está muito errado, todos procuram pelo velho Pierrot que sumira sem deixar rastros. Ao mesmo tempo em que todos os artistas circenses procuram Pierrot em uma delegacia distante, mas dentro de Paris, é registrada a queixa de um seqüestro. Marry Umnpierre foi vista pela última vez indo para o seu serviço pela manhã quando saiu de seu apartamento, onde morava sozinha há três anos. O queixoso é um colega de serviço que estranhou o fato de Marry não ter comparecido ao serviço e não ter dado notícias. Mas será que ela realmente estaria sendo seqüestrada?
Faz muito frio e Marry acorda totalmente nua e amarrada, içada por uma corrente no centro de um pavilhão que se assemelha a um frigorífico abandonado. Suas mãos formigam e seus pés parecem pedras de gelo, ela não sabe como foi parar ali, ela apenas recorda de estar estacionando o carro em sua garagem quando ouviu o estilhaçar do vidro de sua janela, de repente a escuridão e agora acorda nua e amarrada. Ouve passos que se aproximam pelas suas costas e novamente a escuridão, mas desta vez ela continua consciente, uma venda cega seus olhos e ela pode sentir a respiração forte de seu seqüestrador em seu pescoço. Ela sente um estranho arrepio que sobe pela sua nuca quando o seqüestrador começa a tocá-la.
A mão dele passeia pelas costas dela e à vira bruscamente, as mão passam a apalpá-la com certa rigidez, pegam firmes em seus seios, massageia-os, desce pelo seu torso até a sua cintura onde agarra suas nádegas e as comprime abrindo até quase arrancá-las. Estranhamente a vítima não grita, nem esboça alguma reação, seu agressor, incrédulo no que presencia, decide seguir o molestamento, gira-a novamente e encosta-se completamente em sua presa, sente a sua pele nua, macia e fria em contato com o seu corpo, sua mão vai ao pescoço dela, desce aos seios, medianos e firmes, desce para o abdômen, semi-definido, escorrega para a cintura, carnuda e suculenta e enfim chega à virilha, com seus pêlos ruivos e bem aparados, de lábios grossos e bem repartidos. Com a experiência de quem já o fizera muitas vezes as mãos do molestador encaixa-se no corpo da mulher pronta para fazer dela seu objeto, mas algo há de muito estranho, ela não reage, e quando enfim ele investe contra a vagina dela ele descobre o motivo. Ela está muito excitada, ao investir ela não luta, pelo contrário ela facilita o seu acesso ao seu íntimo. Um sonoro gemido de prazer ecoa pelo salão vazio e ele descobre que ela produzira tanto líquido que seria possível beber dele. E ele o fez, segurou-a mais firme e girou-a com força, postando-se de joelhos à sua frente, pôs uma das pernas dela sobre seu ombro ficando assim a genitália dela à mercê da sua sede nefasta. Não esperou nada, contemplou por alguns segundos, seus lábios grossos e depilados caprichosamente estavam molhados e por eles escorria o líquido dela. Sua língua a alcançou e com um movimento certeiro a rompeu ao centro, como uma fruta que se parte ao meio evacuando o suco, aquela vagina vertia prazer enquanto era sorvida pela boca do facínora. Ela contorce-se de prazer enquanto é chupada daquela forma, enquanto a boca dele ocupava-se com o seu sexo as mãos passeavam pelo seu corpo, seios, pescoço e boca, que não emitira nenhum grito sequer apenas os gemidos de prazer.
Ele levanta-se e a pega pela cintura, ela pode sentir o membro dele que agora a tateia, ela ergue suas pernas até ficarem na altura da cintura dele e o entre laça, o pênis é introduzido em sua vagina, ela geme de prazer enquanto ele movimenta-se em repetições violentas de prazer. A boca dele alcança os seios dela e os lambe, acaricia-os, enquanto ele sente-a cada vez mais molhada. Ela grita de prazer em um orgasmo inesperado, ao menos para ele. Ele sente quando as pernas dela o deslaçam, e o corpo dela fica suspenso novamente, ela vira-se e encosta-se nele agora de costas. Não acredita quando a ouve sussurrar. “_Agora assim!”
Pega-a firme novamente e calça-a em seu pênis pronto a empalá-la, ele o introduz lentamente no anus dela e acompanhado a isso vem um urro de prazer doloroso que ela emite, ele continua os movimentos do sexo violento enquanto a apalpa vigorosamente, aflorando vários hematomas por onde suas mãos passam. Naquela posição o prazer dele é quase que imediato, sente que o gozo já o aflora, enterra seu pênis muito mais fundo nela e goza loucamente em seu interior ambos gemem de prazer. Ele retira o seu pênis do anus dela e observa enquanto o sêmen é excretado. Ele recua e vê a sua vítima gemendo de prazer enquanto pende ainda presa às correntes.
Ele retira a venda dos olhos de sua vítima que o encara com olhos famintos, de repente percebe que aquela não foi uma boa idéia, seus olhos eram de um vermelho intenso como o sangue viscoso que corria de seus pulsos, ela ali estava a pender e sorrir, fita-o por um instante e o interpela.
_ Isso é Tudo? Ainda sinto fome e mais ainda... Sede!
Dito isso ela sacode-se, arrebenta as correntes que a prendia pousando seus pés no chão, Marry caminha sensualmente em direção ao velho palhaço que agora recua cambaleante. Suas mãos encontram o pescoço de Pierrot e acaricia-o, com um movimento sensual ela o trás para próximo de seu corpo, quando muito próximo de seu rosto ela encosta o rosto dele eu seu ombro enquanto revela as suas presas famintas...
No circo todos estranham o espetáculo sem muito brilho e glamour, sem aquele ponto alto do espetáculo que todos esperavam. Até que o palhaço Pierrot faz a sua fantástica e derradeira entrada triunfal sendo arremessado do céu, rasgando a lona sobre o picadeiro e caindo no chão com seu corpo esfacelado e com as vísceras à mostra. Um bom final para um palhaço que encontrou um monstro à sua altura.
ANAQUIM