15 de jul. de 2008

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5 de jul. de 2008

( 004 ) Sexo, Prazer e navalhas

Chovia muito naquela fria noite de inverno, voltava para casa após um duro dia de serviço. Ao parar no pub, como era de costume, para comprar uma garrafa de Vodka e um maço de cigarros de filtro vermelho.

O bar era um ambiente escuro, por preferência do próprio público, em sua maioria adoradora da escuridão, um teto alto e uma roda pendurada que é usada como candelabro, mobília antiga, algumas mesas d madeira trabalhada e uma mesa de bilhar localizada no centro da sala.

Adentrei ao local e logo percebi que estava com pouco movimento, algumas mesas ocupadas por casais e duas mulheres que jogavam ma mesa central. Não percebi muito a aparência das meninas que disputavam ali uma partida de bilhar, pois logo que as vi, já enxerguei ao fundo, próximo à escadaria que levava ao segundo piso onde ficava o palco e a pista de shows, um vulto conhecido. Era ela...

Joyce! A conhecia dos tempos de festas, freqüentávamos os mesmos bares. Ela não era muito alta, na verdade ela não era quase nada alta, porém o que lhe faltava de altura ela compensava em atributos. Cabelos negros como uma noite sem luar, dona de olhos penetrantes e hipnotizadores, porém, não mais do que seu corpo esculpido pelo próprio demônio em um dia de luxúria. Pernas e coxas grossas e roliças, seios firmes e uma cintura encorpada. Sua boca era um capítulo à parte em toda esta escultura, lábios grossos e suculentos. Ela trajava um de seus peculiares vestidos de corte gótico, longo e muito decotado o que valorizava ainda mais seus seios. A personificação do prazer a materialização da própria Sucubus.

Aproximei-me do balcão e fiz o meu pedido, como era de costume, ao receber a garrafa e os cigarros paguei e me virei encostando minhas costas no balcão. Retirei o lacre do maço de cigarros e puxei o primeiro e o acendi ao olhar novamente em frente ela estava ali parada a fitar-me com seu olhar vazio e em seus dedos trazia um cigarro. ”Fogo, Anaquim?” Disse ela.

Disse ela enquanto já pegava meu isqueiro das minhas mãos. Postou seu cigarro em seus lábios e acendeu-o com uma beleza quase angelical; se é que os anjos fumam. Devolveu-me o isqueiro e sorriu maliciosamente enquanto aproximou-se de meu corpo, seu rosto ficava na altura do meu peito e ela olhava-me direto nos olhos e disse: “Sabia? Tu tens algo que adoro.”. Enchi-me de tesão e perguntei-lhe o que seria. “Uma bela garrafa de Vodka!” Disse ela já puxando a tampa da garrafa com os dentes. Tomou um comprido gole e olhou-me novamente.

-Há quanto tempo não nos víamos hein Anaquim?! Acredito que já faça quase um ano, não?

-É mais ou menos isso! Mas o que tens feito? A não ser ficar cada vez mais bela?!

-Nada de interessante. Mas sabe? Foi uma boa ter-nos encontrados esta noite. Está a fim de relembrarmos os bons e velhos tempos? Quanto a vida era apenas embriagarmo-nos. – Ela olhou em volta e cochichou em meu ouvido – Que tal irmos para um lugar mais tranqüilo?

- Nossa! Já não vou ao cemitério há anos...

-Eu estava pensando em teu apartamento. – Disse ela com um sorriso maligno enquanto fitava-me com a parte superior dos olhos.

Meu apartamento ficava há alguns metros do bar então de pronto concordei com a idéia dela, então fomos até meu apto. No caminho entre um gole e outro conversávamos sobre o passado e sobre nós. Ao chegarmos ao meu apto logo que abri a porta ela já voou para dentro, ela já havia estado ali algumas vezes no passado em algumas festas que ali saíam, mas esta era a primeira vez em que ia sozinha para lá. Postou-se no sofá com a garrafa na mão, sentei-me a sua frente e pus um cd no rádio para tocar. Fiquei ali sentado por alguns segundos a olhá-la. Ela lentamente levantou-se e entregou-me a garrafa e enquanto eu bebia mais um gole ela retirou sua jaqueta jeans com correntes nos ombros e quando dei por mim novamente ela já estava de joelhos à minha frente. Esfregava seu corpo em minhas pernas e agarrava com força em minhas coxas, subindo até a cintura das calças onde abriu minha cinta e besabotoou-a e puxou-a até retirá-la por completo. Nem uma palavra foi dita, e ela então puxou seu vestido para baixo deixando à mostra seus seios, mais belos do que eu um dia tivera imaginado. (CONTINUA)

( 003 ) Entre Palhaços e Monstros.

                Era a última noite da temporada do “Grant Circo Pietscov” em minha cidade, Paris, as pessoas aglomeravam-se nas calçadas ao redor das tendas a fim de entrarem para aquela que prometia ser a apresentação do século. Os mágicos, malabaristas, saltimbancos eram aguardados com ansiedade, mas o que realmente o público esperava era a apresentação do palhaço Pierrot Pietscov. Palhaço mor, apresentador e proprietário do circo, que passava de geração para geração em sua família desde seu bisavô.

                O público impaciente aguardava o início do espetáculo, com a entrada triunfante e cheia de vida de seu apresentador palhaço, que apareceria a qualquer momento de qualquer lugar, do meio da platéia com uma roupa longa e barba postiça de trás de algum banner, envolta em uma cortina de fumaça. Nunca se sabia de onde apareceria o velho Pierrot, reza a lenda que uma vez em Saint Petersburgo ele surgiu de dentro de um baú que estava há horas fechado em um canto do picadeiro, como ele sobreviveu a isso ninguém sabe, mas esta noite algo parece estar errado. Enquanto o público inflama-se à espera do início do espetáculo nos bastidores algo está muito errado, todos procuram pelo velho Pierrot que sumira sem deixar rastros. Ao mesmo tempo em que todos os artistas circenses procuram Pierrot em uma delegacia distante, mas dentro de Paris, é registrada a queixa de um seqüestro. Marry Umnpierre foi vista pela última vez indo para o seu serviço pela manhã quando saiu de seu apartamento, onde morava sozinha há três anos. O queixoso é um colega de serviço que estranhou o fato de Marry não ter comparecido ao serviço e não ter dado notícias. Mas será que ela realmente estaria sendo seqüestrada?

                Faz muito frio e Marry acorda totalmente nua e amarrada, içada por uma corrente no centro de um pavilhão que se assemelha a um frigorífico abandonado. Suas mãos formigam e seus pés parecem pedras de gelo, ela não sabe como foi parar ali, ela apenas recorda de estar estacionando o carro em sua garagem quando ouviu o estilhaçar do vidro de sua janela, de repente a escuridão e agora acorda nua e amarrada. Ouve passos que se aproximam pelas suas costas e novamente a escuridão, mas desta vez ela continua consciente, uma venda cega seus olhos e ela pode sentir a respiração forte de seu seqüestrador em seu pescoço. Ela sente um estranho arrepio que sobe pela sua nuca quando o seqüestrador começa a tocá-la.

                A mão dele passeia pelas costas dela e à vira bruscamente, as mão passam a apalpá-la com certa rigidez, pegam firmes em seus seios, massageia-os, desce pelo seu torso até a sua cintura onde agarra suas nádegas e as comprime abrindo até quase arrancá-las. Estranhamente a vítima não grita, nem esboça alguma reação, seu agressor, incrédulo no que presencia, decide seguir o molestamento, gira-a novamente e encosta-se completamente em sua presa, sente a sua pele nua, macia e fria em contato com o seu corpo, sua mão vai ao pescoço dela, desce aos seios, medianos e firmes, desce para o abdômen, semi-definido, escorrega para a cintura, carnuda e suculenta e enfim chega à virilha, com seus pêlos ruivos e bem aparados, de lábios grossos e bem repartidos. Com a experiência de quem já o fizera muitas vezes as mãos do molestador encaixa-se no corpo da mulher pronta para fazer dela seu objeto, mas algo há de muito estranho, ela não reage, e quando enfim ele investe contra a vagina dela ele descobre o motivo. Ela está muito excitada, ao investir ela não luta, pelo contrário ela facilita o seu acesso ao seu íntimo. Um sonoro gemido de prazer ecoa pelo salão vazio e ele descobre que ela produzira tanto líquido que seria possível beber dele. E ele o fez, segurou-a mais firme e girou-a com força, postando-se de joelhos à sua frente, pôs uma das pernas dela sobre seu ombro ficando assim a genitália dela à mercê da sua sede nefasta. Não esperou nada, contemplou por alguns segundos, seus lábios grossos e depilados caprichosamente estavam molhados e por eles escorria o líquido dela. Sua língua a alcançou e com um movimento certeiro a rompeu ao centro, como uma fruta que se parte ao meio evacuando o suco, aquela vagina vertia prazer enquanto era sorvida pela boca do facínora. Ela contorce-se de prazer enquanto é chupada daquela forma, enquanto a boca dele ocupava-se com o seu sexo as mãos passeavam pelo seu corpo, seios, pescoço e boca, que não emitira nenhum grito sequer apenas os gemidos de prazer.

                Ele levanta-se e a pega pela cintura, ela pode sentir o membro dele que agora a tateia, ela ergue suas pernas até ficarem na altura da cintura dele e o entre laça, o pênis é introduzido em sua vagina, ela geme de prazer enquanto ele movimenta-se em repetições violentas de prazer. A boca dele alcança os seios dela e os lambe, acaricia-os, enquanto ele sente-a cada vez mais molhada. Ela grita de prazer em um orgasmo inesperado, ao menos para ele. Ele sente quando as pernas dela o deslaçam, e o corpo dela fica suspenso novamente, ela vira-se e encosta-se nele agora de costas. Não acredita quando a ouve sussurrar. “_Agora assim!”

                Pega-a firme novamente e calça-a em seu pênis pronto a empalá-la, ele o introduz lentamente no anus dela e acompanhado a isso vem um urro de prazer doloroso que ela emite, ele continua os movimentos do sexo violento enquanto a apalpa vigorosamente, aflorando vários hematomas por onde suas mãos passam. Naquela posição o prazer dele é quase que imediato, sente que o gozo já o aflora, enterra seu pênis muito mais fundo nela e goza loucamente em seu interior ambos gemem de prazer. Ele retira o seu pênis do anus dela e observa enquanto o sêmen é excretado. Ele recua e vê a sua vítima gemendo de prazer enquanto pende ainda presa às correntes.

 

 

                   Ele retira a venda dos olhos de sua vítima que o encara com olhos famintos, de repente percebe que aquela não foi uma boa idéia, seus olhos eram de um vermelho intenso como o sangue viscoso que corria de seus pulsos, ela ali estava a pender e sorrir,  fita-o por um instante e o interpela.

        _ Isso é Tudo? Ainda sinto fome e mais ainda... Sede!

                Dito isso ela sacode-se, arrebenta as correntes que a prendia pousando seus pés no chão, Marry caminha sensualmente em direção ao velho palhaço que agora recua cambaleante. Suas mãos encontram o pescoço de Pierrot e acaricia-o, com um movimento sensual ela o trás para próximo de seu corpo, quando muito próximo de seu rosto ela encosta o rosto dele eu seu ombro enquanto revela as suas presas famintas...

                 No circo todos estranham o espetáculo sem muito brilho e glamour, sem aquele ponto alto do espetáculo que todos esperavam. Até que o palhaço Pierrot faz a sua fantástica e derradeira entrada triunfal sendo arremessado do céu, rasgando a lona sobre o picadeiro e caindo no chão com seu corpo esfacelado e com as vísceras à mostra. Um bom final para um palhaço que encontrou um monstro à sua altura.

 

 

 

ANAQUIM

 

( 002 ) Iniciação.

Mal lembro como se deu a minha iniciação, apenas sei que faz muito tempo, afinal, eu tinha apenas 30 anos. Mas sempre que o frio vento da madrugada bate em meu rosto e fecho meus olhos posso ver, como um filme, o que se passa em minha mente. Vejamos se sou capaz de relatar em poucas linhas para vocês. Meu nome é Anaquim Vallerue e esta é a minha história de morte e vida.

Fazia frio naquela noite de 29 de Junho de 1903. Estava em meu escritório terminando de ler um processo quando a luz apagou. Olhei, sem sucesso, em minha volta a fim de encontrar algo que pudesse usar como lamparina, decidi então dar o expediente por acabado. Deixei os documentos todos em cima da minha mesa e fui em direção à porta, atravessei toda a extensão da sala que agora estava mergulhada na mais profunda escuridão. Ouvia apenas o estralar das tábuas sob meus pés, Não havia mais ninguém no prédio, antes de chegar à saída entrei à esquerda da porta onde fica incrustada na parede, a minha adega pessoal, uma belíssima peça talhada em carvalho e ornamentada com muitas garrafas dos melhores vinhos já produzidos bem como algumas garrafas de Vermute, Vodka e uma garrafa de um bom uísque, que dedicava a servir para meus clientes mais poderosos, com forma de agradá-los. Lancei mão sobre um belo Porto, tateei a madeira da mesa lateral até encontrar o saca-rolha e despojei-a. Decidi por bem de sair bebendo-a no próprio gargalo.

Desci as escadas lentamente enquanto saboreava longos e doces goles da minha bebida favorita, caminhei pelo saguão do prédio vazio, um belíssimo lugar, paredes ornadas com valiosas gravuras de artistas do mundo todo. Os estofados pomposos e aconchegantes, muito mais confortáveis do que muitos quartos de hotéis onde já me hospedara. Passei em silêncio e ganhei a rua. A lua cheia brilhava forte, linda e sedutora como as curvas daquela bela jovem que passava pelo outro lado da rua. Ela usava um vestido branco muito leve que esvoaçava com a brisa fraca e fria daquele inverno. Seguimos pelo mesmo trajeto, ela alguns metros à minha frente, quando desci a cabeça de mais um gole a moça já não estava mais ali. Segui em frente e ao passar por um beco olho de canto de olho e percebo uma figura conhecida, a jovem.

Ela estava ali, pura e delicada, fitava-me com olhos angelicais enquanto

balançava seu corpo em um balanço feito de cordas. Aproximei-me vagarosamente e perguntei-lhe o que ela fazia ali àquela hora, ela levantou, caminhou até mim e pôs seu dedo indicador em meus lábios como sinal de silêncio, aproximou seu corpo do meu. Suas curvas delicadas, levemente desenhadas por aquele vestido arremetiam-me aos desejos mais primitivos do meu ser. Tomei-a em meus braços, do seu corpo pequeno e rígido não emanava calor, seu rosto era gélido bem como seus lábios ao encontrar-se com os meus. Após aquele beijo ela segurou-me pela mão e me conduziu para o prédio abandonado que ficava ali, subimos alguns degraus e chegamos a uma espécie de santuário onde havia um ambiente montado, com tapeçarias nas paredes e carpete vermelho como sangue. Estranhei aquilo tudo de início, pois me parecia tudo premeditado, mas aqueles olhos enfeitiçavam-me e conduziam-me ao seu prazer. Aos poucos perdi meus sentidos e sucumbi aos desejos da minha Súcubos e quanto mais prazer me era proporcionado mais adormecido ficava, até que adormeci por completo.

Meu sangue, ainda quente confunde-se ao batom que cobre os seus lábios. Meu corpo repousa sobre o gélido piso e ainda posso contemplar por um efêmero momento a face daquela que me tirou a vida e me fadou à eternidade.

Minha Sucubus!

ANAQUIM

( 001 ) Súcubos e Íncubos do Mundo! Uni-vos!

Esta página é dedicada a todos aqueles que são seguidores do “Prazer Alternativo”, que não se satisfazem mais com o simples, o comum e o trivial, mas reviram os olhos quando derretem uma vela em suas costas, têm seus pés e mãos amarrados ou são sutilmente torturados.

Trataremos aqui da parte cultural e filosófica do assunto, afinal o prazer não é só carnal. Abrangeremos aqui todas as frações e estilos diferentes de desejos, fetiches e taras.

Em nossas atualizações periódicas serão postados resenhas e indicações de livros, Sites e Links para vídeos, no mínimo interessantes. Estudos detalhados sobre fetiches e taras, bem como significados e origem. Haverá também editoriais de assuntos atuais, outros nem tanto assim. E os mais impressionantes contos eróticos.

A partir deste momento todos estão convidados a embarcar nesta viagem pelo submundo obscuro da mente humana e de todas as suas maquiavélicas ações a procura da realização e da satisfação carnal.

Estarei aceitando pedidos, solicitações e indicações de Sites e Vídeos sobre os mais variados assuntos.

Espero que os artigos, resenhas e contos aqui postados satisfaçam todos seus ímpetos carnais.

ANAQUIM